RODRIGO ÁVILA E TIAGO DIAS

Este projeto é para aqueles que tem o ano de 1908 como o ano mais importante de suas vidas, que acreditam que o número 13 não é a simples crença na sorte ou no azar, que amam todas as cores, mas estão sempre enxergando em preto e branco e para todos aqueles que acreditam, até o último segundo, que toda história pode ser reescrita. Enquanto muitos nos vêm como doentes e fundamentalistas, nos enxergamos como irmãos, nos enxergamos como uma religião de fé que grita “eu acredito” e muda o final da partida. É para você que a bandeja cai e grita “Galo”, é para nós, o maior patrimônio do Clube Atlético Mineiro.

Nós não ganhamos campeonatos, nós fazemos uma imensa jornada, nos empenhamos em uma verdadeira guerra, vencemos e perdemos batalhas e ao fim, caminhamos em procissão épica trazendo em nossas mãos, nosso santo graal.

Nós somos O Clube Atlético Mineiro.

Historicamente - e também miticamente - a torcida do Atlético é seu maior patrimônio, houve mesmo presidentes que se referiram aos torcedores usando esta palavra “patrimônio”, uma posse que não tem valor que possa ser pago, que não tem um passe a ser negociado; uma seita que faz com que os mais céticos desistam de explicar, um fundamentalismo que oras passeia pelo folclore, oras nos dá a nítida percepção de que, sem a sua existência e participação, o Atlético seria o que todo Clube do Brasil é, só

mais um time. Mas nós somos é uma religião.

 

Pois basta que se achegue à história desta religião para que entenda o que está sendo dito. O Atlético não tem uma história de grandes títulos, e, sim, grande parte dessas lacunas, se deram por garfadas - também históricas - em suas possíveis conquistas. Caiu para a série B uma vez e por muito tempo amargou um jejum de títulos ditos expressivos, por gente acostumada a ter clube como se escolhe um lugar pra trabalhar, um nome para o cachorro ou o modelo do próximo automóvel.

 

Essa legião de fiéis, chamada de torcida, atravessou esse deserto defendendo o escudo Alvinegro como quem defende um deus, para que, em 2013, logo quando o 13 figurava o calendário, enfim, cessassem o mundo com a quase eterna espera pelo lugar do Galo no Olimpo do futebol. Quem trouxe toda essa ira punitiva que caiu sobre os nossos ombros? Nunca vamos saber, o que sabemos é que se um dia fomos ao inferno, hoje somos quem dita as regras no céu do futebol e para ver jogar bonito, o Atlético precisa jogar.

 

Mas o que é o Atlético senão 11 jogadores em campo? Voltamos à torcida.

E se é a torcida, então, o maior patrimônio desta instituição, por que então temos um imenso acervo de fotografias de jogos, jogadores, gols, o “escambau”, mas não temos retratado, sem que fosse pose de site de coluna social, este que é o maior bem que o Atlético possui: seu torcedor?

 

É para suprir esta lacuna na história do Clube Atlético Mineiro, que os fotógrafos e, claro, torcedores do Galo, criaram o livro de ouro de nossa torcida. Seja bem vindo, emocione-se com cada rosto, cada vibração, cada lágrima, cada aflição, encontre-se nestas páginas, re-comemore aquele gol e deixe escapar mais uma vez o grito de GALO! Este que foi o deus do futebol mais aclamado a partir de 2013, o ano em que o Galo chegou ao Olimpo.

O LIVRO

Em breve teremos novidades sobre o livro, fiquem ligados!

Este projeto é um produto do 2JEDIS | studio de criação, sob a direção de Rodrigo Ávila e Tiago Dias.

 

contato@2jedis.com.br

www.2jedis.com.br

 

+1 804 349 6390   |   SISTEMA HENRICO / VA - USA

+55 31 9594 1051 |   SISTEMA BELO HORIZONTE / MG - BRA